Máscara, sútil armadilha – Por Elza Amorim Carvalho

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De tanto esticar, chega o momento que a corda estoura, depois de partida, o que estiver pendurado nela, caí. Daí só há duas opções: levantar ou ficar no chão.
É exatamente assim que eu penso a respeito das pseudas medidas de proteção na Pandemia.
Sustentaram uma mentira como se verdade fosse, alastraram como o soprar dos ventos, e perduraram nela vidas humanas.
Esticaram e continuam esticando o fio, mas já deu estralo, a farsa vai quebra-se, a Justiça de Deus já permeia, o justo juízo será feito.
O que será de muito quando descobrir que caiu no engodo de Satanás? E de tantos outros quando caí em si e perceber que foram passados para atrás?
O que será de tantos que mesmo conhecendo a palavra de Deus, cochilaram, e foram roubados pelo audaz plano da escuridão?
Eu sei que quase todos se opõe a mim quando eu digo que as MÁSCARAS, A MEDIÇÃO é o Sinal da Besta descrito em Apocalipse 13:16-17.
É o sinal de que Satanás está por detrás, para trazer um mal bem pior do que a pandemia para a humanidade.
Repito:
Máscara, Isolamento Social, medição, lockdown. São armas sutis,  mas letais, usada pelo inimigo para derrubar tanta gente de uma só vez.
Nunca, em toda a história da humanidade Satanás destruiu tantos com tão pouco, com tão ralé, com tão inóbvio e certeiro.
Quanta falta de coerência humana, de discernimento do óbvio. Impedir que o ar seja renovado em seus pulmões, destruír os meios de sobrevivência, e expôr a humanidade a tamanha solidão, surto, depressão, como proteção, é ridiculamente cruel. Que persuasão tem as trevas!
Você acha que eu sou louca? Tudo bem.
Agora me responda:
E SE EU ESTIVER CERTA?
Eu só espero que você sobreviva em tua fé, que você não fique para trás, mas se ache entre os que escaparam desta terrível armadilha das trevas.
E vi um como mar de vidro misturado com fogo; e também os que saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus. Apocalipse 15:2
Pra Elza Amorim Carvalho
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