Teologia e Quarentena (Theology and quarantine) – Por Victório Galli Filho

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Resumo: O objetivo deste artigo é sobre os pensamentos e interpretações de textos bíblicos e dessa forma o trabalho fará um estudo comparativo do conceito de doença e a cura na Mesopotâmia e na Bíblia hebraica, juntamente com o ambiente social e cultural que são narrados na história ao passo que a narrativa que é apresentada nos acontecimentos dos dias atuais, diante da pandemia do COVID 19.. Serão analisados os agentes da doença e da cura, o local do processo terapêutico e a aplicação ou não de matéria médica. A doença é uma das maldições encontradas nos tratados do Oriente Médio Antigo e na Aliança na Bíblia Hebraica e é vista, por ambas as culturas, como uma das formas de punição divina. Da mesma sorte temos diante de textos bíblicos Deus chamando o ser humano a uma escolha e diante disso suas consequências. Não há em num texto bíblico uma ação de Deus onde antes ele não pediu para que o ser humano escolhesse o seu desejo. Dessa forma temos o paralelo sobre os dias atuais e a pandemia do COVID 19 assim o ser humano está diante de uma escolha e será apresentado para suas consequências. O mundo está mudando diante de nossos olhos, diante das nossas forças, diante das certezas e incertezas, provocando o pensar: “Se ouvirdes a voz do Senhor, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o Senhor, teu Deus, te exaltará sobre todas nações da terra”.

Keywords

Sickness, Covid 19, Society, changes.

Abstract:

The purpose of this article is about the thoughts and interpretations of biblical texts and in this way the work will make a comparative study of the concept of disease and healing in Mesopotamia and in the Hebrew Bible, together with the social and cultural environment that are narrated in the story in step that the narrative that is presented in the events of today, in the face of the COVID 19 pandemic. The agents of the disease and the cure, the location of the therapeutic process and the application or not of medical material will be analyzed. The disease is one of the curses found in the treatises of the Ancient Middle East and the Covenant in the Hebrew Bible and is seen by both cultures as one of the forms of divine punishment. Likewise we have before biblical texts God calling human beings a choice and before that its consequences. There is no action in God in a biblical text where before he did not ask the human being to choose his desire. In this way we have the parallel on the current days and the pandemic of COVID 19 so that the human being is faced with a choice and will be presented for its consequences. The world is changing before our eyes, before our strengths, before the certainties and uncertainties, provoking the thinking: “If you hear the voice of the Lord your God, being careful to keep all his commandments that I command you today, the Lord your God, he will exalt you over all the nations of the earth.

Considerações iniciais

O mundo mudou, posso senti-lo no ar, posso senti-lo nos olhos, posso senti-lo na voz, posso senti-lo nas escolhas do medo. Um medo que é usado por oportunistas e corruptos que estão fazendo da pandemia politicagem. O medo sobre a incerteza do amanhã, empregos sendo repensados diante de decisões judiciais que flexibilizam as jornadas de trabalho para não pressionar a carga financeira das empresas.

O mundo está mudando diante dos olhos, diante de escolhas que foram feitas, diante de escolhas que também não fizemos. Nos impõe uma ação, assim como em outros momentos da história somos impostos diante de um futuro que ainda se impõe no meio da escuridão.

Esse texto tem como proposta pensar a teologia e as bençãos e maldições para a igreja e para toda a sociedade.

E será que, se ouvires a voz do SENHOR teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o SENHOR teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra. E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do Senhor teu Deus: Bendito serás na cidade, e bendito serás no campo. Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais; e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas. Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. Bendito serás ao entrares, e bendito serás ao saíres….[2]

Para evitar, que todas as coisas percam a direção para a desordem e o caos, Deus suscita no quadro geral da sociedade uma ordem provisória chamada ordenação jurídico política.

Essa ordem não consiste, na regeneração do homem. Regeneração só se dá mediante Cristo trazendo-lhe liberdade em relação a seu cativeiro moral em pecado. Mas é ela quem promove a ordenação social e a manutenção mínima da ordem, dentro de uma moral relativa mediante a coerção das leis.

Os agentes dessa ordem são, de um lado, a lei moral externa e convencional que dirige os indivíduos e, de outro lado, a lei do Estado, eficazmente aplicada pelas instituições governamentais as quais, para tanto, precisam estar amplamente colocadas sob as leis que administram sobre os demais.

Tal ordem é relativa, provisória, mutável e mutante, e está à espera do fim dos tempos, quando então o verdadeiro governo será estabelecido por Deus, após a vitória de Cristo sobre todo principado e poder. Depois do juízo final, a humanidade recuperará plenamente a paz social (Dispensação Milenar, Cristo no Governo Mundial, Governo Teocrático) porque será livremente submissa à ordem de Deus. Contudo, enquanto aguarda-se esse acabamento final, todas as sociedades têm necessidade de uma ordem provisória, que viabilize o que os gregos chamavam de “a arte do viver juntos”. E essa ordem é política. A política deve, portanto, buscar em todas as sociedades a ordem que mais se aproxime do bem comum, levando em conta o desenvolvimento moral, espiritual, ético e material dos seus cidadãos nos mais variados períodos da história humana.

O que a história nos revela

Eric Metaxas na biografia de Bonhoeffer menciona que:

“Hitler via no cristianismo como um amontoado de tolices místicas datadas. O que o irritava, porém, não era o absurdo da religião em si, mas o modo em que ela não o ajudava a cumprir seus desígnios. Segundo Hitler, o cristianismo pregava “mansidão e flacidez”, nada úteis à ideologia nacional-socialista[3], pregadora da “crueldade e força”. Com o tempo, ele acreditava, as igrejas modificariam sua ideologia. Algo que ele viria acontecer.”[4]

A história nos apresenta que Adolfo Hitler foi conquistando sua fama e confiança alemã em meio dos seus pares através de ideias que faziam as pessoas reforçar a crença que estavam juntas fazendo o que era melhor para suas vidas e para a nação. No meio desse movimento ele confrontou alguns que impediam seu avanço na confiança da sociedade alemã. Assim, segundo o autor da biografia de Bonhoeffer Adolf Hitler vezes outra confrontava a igreja Protestante alemã e recuava ao perceber que sua popularidade diminuía.

Interessante nesse relato foi a forma que ele ganhou confiança no meio do povo alemão, ele criou facilidades, criou meios para reforçar o merecimento do povo alemão. Assim todos que não eram alemães não mereciam ter o emprego ou as oportunidades que a sociedade alemã tinha.

Ao reportar a história e os impactos na sociedade alemã, quero trazer a consciência do momento em que vivemos no Brasil. Estamos diante de uma pandemia, por um lado, ficar em casa impõe a suposta segurança que alguns governadores dizem que será o melhor. Diante dessa certeza dos governadores, eles e seus representantes no Congresso Nacional fizeram reformulações para continuar suas atividades parlamentares que antes nunca na história do país houvesse a ideia que aconteceria algum dia. Votações sem a presença do parlamentar no Congresso Nacional, todas as justificativas são para o “cuidado contra o COVID 19”, algo jamais visto em nenhum país do Ocidente.

Por outro lado, temos o presidente do país que apresenta outras justificativas que confrontam os interesses políticos dos (governadores, prefeitos, e seus aliados, Congresso, STF, OMS), para ele, é necessário que a sociedade brasileira retome suas atividades econômicas para que não possa acontecer outra onda incomparável ao do vírus COVID 19. Ele menciona a fome, o desemprego, a miséria e a violência (uma catástrofe maior ainda). Essa onda será muito mais trágica se não for combatida agora diante do momento que estamos vivendo as incertezas.

Mas no âmago dessa aflição, vemos o medo fazendo a sociedade agir e pensar como náufrago diante do inevitável. O medo imposto sobre a sociedade está fazendo ela se reinventar, essa reorganização de valores, comércio e demais atividades impõe uma separação sobre o cunho da injustiça e dos valores defendidos contra a nossa Constituição.

A liberdade está sendo posta em xeque diante de governos estaduais, prefeitos, mídia e demais entidades no Brasil, o Brasil está passando por uma “mudança”, ou melhor, o Brasil está amadurecendo no meio de uma pandemia.

Ainda assim vemos o desejo de manipulação da sociedade pelo pânico e reféns da insegurança, nesses dias estamos experimentando cada vez mais com a percepção de “proteção” a evidência do individualismo e do egoísmo. O “fica em casa” (que a TV Globo tanto insiste), esconde a separação da sociedade e suas necessidades reais, parte da sociedade que está “mais segura” quanto a sua vida financeira e está preocupada em não pegar o vírus. A outra parte da sociedade apresenta a realidade de motoboys, diaristas, frentistas, motoristas de Ônibus, caixas de supermercado e tantas outras profissões que existem a preocupação quanto ao vírus e a necessidade real de levar através de seus pagamentos alimentos para suas casas.

REFLEXÕES DE TEXTOS BIBLICOS E A QUARENTENA

O número 40 aparece em mais de cem ocasiões na Bíblia e em momentos fundamentais: 40 dias e 40 noites durou o dilúvio (Gênesis 7:12). 40 anos tinham Isaac e Esaú quando se casaram (Gênesis 25:20; Gênesis 26:34). Moisés viveu 120 anos (Deuteronômio 34:7), dividido em três etapas: 40 anos no Egito, outros 40 como pastor na terra de Madian e 40 anos de travessia pelo deserto (Atos 7:20-40). 40 anos durou o êxodo (Deuteronômio 8:2). 40 era o número máximo de açoites que um homem poderia receber por um crime, segundo a Lei (Deuteronômio 25:3). 40 dias e 40 noites Moisés esteve no monte Sinai (Deuteronômio 9:9-11). Moisés intercedeu a favor de Israel durante 40 dias e 40 noites (Deuteronômio 9:18, 25). 40 dias exploraram a terra prometida os espiões de Israel (Números 13:25). 40 anos Israel serviu aos filisteus antes da libertação de Sansão (Juízes 13:1). 40 dias Golias desafiou os israelitas antes que Davi o vencesse (1 Samuel 17:16). 40 anos reinou o Davi (1 Reis 2:11), igual que o Saul (Atos 13:21) e seu filho Salomão (1 Reis 11:42). 40 dias ficou o profeta Elias em jejum no deserto até se encontrar com Deus no monte Horeb (1 Reis 19:8). Jonas anunciou que Nínive seria destruída em 40 dias (Jonas 3:4). 40 também aparece nas profecias do Ezequiel (Ezequiel 4:6; 29:11-13). Aos 40 dias de seu nascimento Jesus foi apresentado no Templo (Lucas 2:22). 40 dias e 40 noites Jesus foi ao deserto para ser tentado por satanás, depois de seu batismo (Mateus 4:1-2) Após sua ressurreição, Jesus apareceu a seus discípulos por 40 dias (Atos 1:3).[5]

Em geral, os números na Bíblia têm sentido literal, mas às vezes eles são usados de modo simbólico. O contexto costuma indicar se um número é simbólico.

Os significados simbólicos dos números na Bíblia que acabamos de considerar não são o mesmo que numerologia, que envolve a busca de significados ocultos em números, combinações ou totais numéricos. Por exemplo, cabalistas judeus analisaram as Escrituras Hebraicas usando uma técnica chamada gematria, que procura um código oculto nos equivalentes numéricos das letras. A numerologia é uma forma de adivinhação, algo que Deus condena[6].

Isso não quer dizer que números não significam nada na Bíblia. Normalmente têm seu significado comum. 41 anos são 41 anos, 6 meses são 6 meses etc. Em geral, devemos entender os números na Bíblia da mesma maneira que interpretamos qualquer número no dia-a-dia. Exceções ocorrem apenas nas passagens proféticas quando um dia representa um ano.

Alguns números, porém, tomam um significado simbólico em alguns trechos. Reconhecer a simbologia (que um número pode representar uma ideia) não é a mesma coisa de seguir a numerologia bíblica (procurando códigos numéricos para influenciar o comportamento ou guiar as decisões das pessoas). Não se trata de mensagens ocultas, e sim, de números claramente revelados que representam certos conceitos. Esses números ganham seu significado pelo uso na própria Bíblia.

A Reforma Protestante foi um movimento cristão do início do século XVI, tendo como um dos principais líderes ou idealizadores Martinho Lutero. Tal Reforma propôs mudanças na vida da igreja em diversos pontos.

Como toda reforma, propôs mudanças com vistas a melhores resultados e soluções, no âmbito da construção da paz e do entendimento.

No texto de Filipenses 4.7[7], destaco o que Paulo fala a igreja de Filipos: “E a paz que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus”. Mesmo em tempos difíceis de conflitos, Deus nos convida a confiar que a Sua paz é a paz que excede a todo entendimento, independentemente das circunstâncias.

Paz não é ausência de conflitos ou ideias diferentes, mas sim o diálogo que une pessoas diferentes, lhes dando ânimo e força para transformar a convivência, tornando-a melhor.

Vivemos no tempo em que precisamos ser agentes de transformação social, agentes de paz, capazes de ir ao encontro do outro valorizando as diferenças e gerando diálogo no cotidiano. Reformar a nossa vida pessoal e a sociedade em que vivemos se faz necessário.

Deus nos chama a cada dia para reformar nossos conceitos, atitudes, pensamentos, conhecimentos, sempre em busca de paz.

“Não vos conformeis com este mundo, mas, transformai-vos”[8], para que haja entendimento. Permitamos ser reformados por Jesus e convivamos com ele.

CONCLUSÃO

A igreja é constituída dentro desse contexto, em meio a essa sociedade, e a partir dessa mistura se constitui. Por um lado, estender a mão a ajudar o próximo, a liberdade sempre foi uma coisa cara. A história é um testemunho idôneo de que a liberdade raramente é conquistada sem sacrifício e abnegação.

A compreensão e qualidade de uma sociedade se demonstram em suas formas de participação, na percepção de sentido e das oportunidades no transcorrer de fenômeno participativo autêntico. Nossa sociedade se estrutura e identifica pela obstrução, muitas vezes obstinada, ou pelo empobrecimento e esvazio do discurso, tornando direitos transcritos em letras mortas.

Não temos desenvolvido entre nós o compromisso normal de se construir e organizar na forma democrática em defesa dos direitos. De modo geral, achamos que o Estado tem a tarefa de nos defender. O trabalhador lesado, o humilde que não tem acesso à justiça, o microempresário que é coibido de produzir e comercializar, o pequeno produtor rural que é expulso da terra, muitas vezes sequer concebe a ideia de que organizar-se é um pré-requisito de acesso para a conquista daquilo que lhes é negado.

Frequentemente, surge o mal-estar inoportuno de quem imagina estar violando as boas maneiras, ao reclamar seus direitos. Esta subserviência, que tem algum lastro de traço cultural, mas, é, sobretudo, o peso do legado histórico, que alimenta através dos séculos, políticas interventoras, pela presença avassaladora de lideranças centralistas, pela arrogância de quem tem dinheiro e poder.

Nesse sentido a igreja ainda precisa perceber o quanto se torna necessário subjugar o dinheiro e deixá-lo em seu devido lugar. A atitude permanente de cautela e subjugação do dinheiro é um dos temas centrais para Jesus. Em Mateus 19. 23-29 introduz o perigo da riqueza. Jesus faz advertências veementes sobre como lidar com os recursos concretos e econômicos.

Os ricos, cuja espiritualidade se caracteriza apenas pelas suas frequentes orações e consagrações de seus bens a Deus, a cada encontro na congregação, no momento de gratidão, ou cujas riquezas são oferecidas a Deus apenas nas perspectivas de um agradecimento por nova conquista, ainda a muitos irmãos e congregações que não aprenderam a verdadeira atitude espiritual para com as riquezas.

Paulo diz, em 1 Timóteo 6:9, 10, 17-18 que as riquezas, antes de serem uma bênção, são um perigo. Elas são um perigo que pode transformar-se numa bênção. Isso acontece se o rico é generoso, se ele compartilha, se seus atos são em busca do encontro com o outro, se usa a sua riqueza para promover o bem, se é rico, sobretudo de boas-obras.

E, como o princípio de II Coríntios 8:9, se ele está até ”in extremis”, disposto a obedecer ao critério de relação altruística com a riqueza, que foi encarnado por nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo biliardário, fez-se pobre por amor de nós, para que, pela sua pobreza, nos tornássemos ricos.

Nesse sentido a concepção sobre a paz, que compreende em atitudes, trazendo sabor através do ser. A paz só pode ser paz, a partir de algumas concepções que denotam e expressa, a importância e consequência dela para aquele que é o agente transmissor.

O autor Kjell Nordstokke vai ao longo de seu livro construindo o pensamento de que a Igreja vive movida pela força vindoura do reino de Deus, sua concepção apresenta que isso só pode ser compreendido por revelação.

Compreendendo a revelação de Deus ao homem, percebemos outras manifestações da sua ação através da sociedade e pela sociedade, o serviço da igreja a pessoas está incluído no serviço do Senhor. A Igreja é em todas as suas ações, comunhão, a manifestação e o anúncio da vinda de Jesus Cristo como salvação para a sociedade.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BÍBLIA de Estudo de Genebra. São Paulo e Barueri, Cultura Cristã e sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

BÍBLIA Shedd, editor responsável Russell P. Shedd, traduzida em português por João Ferreira de Almeida: 2. Ed. Ver. E atual. No Brasil; São Paulo: Vida Nova; Brasília: Sociedade Bíblica do Brasil, 1997.

BÍBLIA de Estudo Pentecostal. Almeida Revista e Corrigida, Rio de Janeiro – RJ: CPAD, 1996.

BRANCO, Luís Alexandre Ribeiro. Justiça, Uma Perspectiva Bíblica. 2ª Edição, Lisboa Portugal, edições Escola da Bíblia, 2009.

CAVALCANTI, Robinson. Cristianismo e Política. Niterói – RJ: Vinde Editora: São Paulo – SP: C.P.P.C. 1988.

CORREIA JUNIOR, João Luiz. REIMER, Ivoni Richter. Estudos Teológicos, Dossiê: Religiões: da espiritualidade à ética. V. 1, n. 1. São Leopoldo: EST, 2003.

GAEDE NETO, Rodolfo. A diaconia de Jesus: uma contribuição para a fundamentação teológica da diaconia na América Latina. São Leopoldo: Sinodal: Centro de Estudos Bíblicos: São Paulo: Paulus Editora, 2001.

KING, Martin Luther. O Grito da Consciência. Rio de Janeiro: editora Expressão e cultura, 1968.

MILSTEIN, Werner. Dietrich Bonhoeffer: Vida e pensamento. São Leopoldo: Sinodal, 2006.

QUARENTENA: O que há com a Bíblia e o número 40? Disponivel em https://www.bibliatodo.com/Pt/reflexoes-biblicas/quarentena-o-que-ha-com-a-biblia-e-o-numero-40/ acesso dia 22 de Maio de 2020.

[1] Victório Galli Filho é Pastor da Assembleia de Deus ligado à COMADEMAT (Convenção de Ministros das Assembleias de Deus e Cuiabá MT) e ligado à CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil) Bacharel e Mestre em Teologia EST (Escola Superior de Teologia São Leopoldo–RS) Doutorando em Teologia EST, Ex-Deputado Federal por MT e Presidente Estadual do Partido Patriota em Maro Grosso.

[2]   BÍBLIA de Estudo Pentecostal. Almeida Revista e Corrigida, Rio de Janeiro – RJ: CPAD, 1996, Deuteronômio 28: 1-6.

[3] Nota: Qual é a origem do fascismo? O fascismo começa por volta de 1910, em um discurso interno do movimento italiano e com a cisão do movimento socialista baseada em dois grandes teóricos do fascismo Enrico Corradini, Alfredo Rocco que veio a ser ministro do governo Mussolini. Os dois tinham uma teoria que o sujeito agente, força principal da revolução não poderia ser a classe proletária, alias não poderia ser classe social. Porque as classes sociais estavam condicionadas e circunscritas aos seus país de origem, não havia proletário internacional. Internacional era apenas uma maneira de dizer que proletário italiano saindo da Itália indo para a Alemanha ele não seria proletário alemão, ele seria um mendigo. Então pensaram se queremos uma revolução mundial, o sujeito ativo dessa condição não pode ser a clássica proletária e não pode ser nenhuma classe. Somente uma nação pode ser o agente da revolução mundial. A idéia nações revolucionarias, nações proletárias, nações burguesas, essas foi a origem do fascismo. Se observar que depois da Segunda Guerra Mundial essa idéia foi absorvida por todo o movimento comunista criado por Stalin. E se observado o movimento comunista internacional depois da Segunda Guerra se transformou em um movimento fascista internacional.

[4] METAXAS, Eric. Bonhoeffer: pastor, mártir, profeta, espião. Tradução Daniel Faria, São Paulo, Mundo Cristão, 2011, pág. 181.

[5] QUARENTENA: O que há com a Bíblia e o número 40? Disponivel em https://www.bibliatodo.com/Pt/reflexoes-biblicas/quarentena-o-que-ha-com-a-biblia-e-o-numero-40/ acesso dia 22 de Maio de 2020.

[6] BÍBLIA de Estudo Pentecostal. Almeida Revista e Corrigida, Rio de Janeiro – RJ: CPAD, 1996, Deuteronômio 18:10-12

[7] BÍBLIA de Estudo Pentecostal. Almeida Revista e Corrigida, Rio de Janeiro – RJ: CPAD, 1996, Filipenses 4.7

[8] BÍBLIA de Estudo Pentecostal. Almeida Revista e Corrigida, Rio de Janeiro – RJ: CPAD, 1996, Romanos 12.2ª.

  • Victório Galli Filho é Pastor da Assembleia de Deus ligado à COMADEMAT (Convenção de Ministros das Assembleias de Deus e Cuiabá MT) e ligado à CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil) Bacharel e Mestre em Teologia EST (Escola Superior de Teologia São Leopoldo–RS) Doutorando em Teologia EST, Ex-Deputado Federal por MT e Presidente Estadual do Partido Patriota em Maro Grosso.