O Senhor não é surdo – Por Pr. Olavo Feijó

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Isaías 59:1 – Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir.

Por causa das nossas própria limitações, temos a tendência de atribuir ao Senhor as mesmas inabilidades que nos caracterizam. Uma delas, por exemplo, é a surdez que nosso egocentrismo nos causa. Quando achamos conveniente esconder uma realidade com potencial de nos prejudicar, fingimos que nem a ouvimos. A Bíblia, entretanto, nos revela que o Senhor não segue este comportamento. “Vocês pensam que Deus está surdo… e não pode nos ouvir?” (Isaías 59:1).

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O Senhor nos ouve, mesmo quando não o sabemos. O povo de Israel sofria escravidão, no Egito, e vivia humilhado, crendo que o Senhor não ouvia suas queixas (Êxodo 3:7). Quando Ele convocou Moisés para ser o libertador do Seu povo, achou por bem afirmar-lhe que Ele ouvia as lamentações dos israelitas e que chegara o tempo da libertação.

O Senhor nunca deixa de nos ouvir. Sejam nossa palavras de esperança, nossos gemidos de sofrimento, nossos gritos de revolta… Não nos esqueçamos, porém, da atitude que nos leve a nos abrir, diante de Deus. Assim escreveu o salmista, sobre a maneira como devemos falar com o Senhor: “Procure descobrir, por você mesmo, como o Senhor Deus é bom. Feliz é aquele que encontra Nele sua segurança” (Salmo 34:8). O Senhor não é surdo…

Pastor Olavo Feijó, nascido em 1930, é Bacharel em Teologia pelo Seminário do Sul, licenciado em Pedagogia pela UERJ, Mestre em Educação Cristã e Doutor em Educação, pelo Southwestern Seminary, Estados Unidos, e Pós-Doutor em Psicologia Desportiva, pela Universidade de Maryland, Estados Unidos. Professor Titular de psicologia, especialista em Percepção e Motivação. Foi pastor no Brasil e nos Estados Unidos. Consultor de relacionamentos humanos. Autor e co-autor de vários livros. Foi professor no Seminário Batista do Sul do Brasil e em universidades no Brasil, Estados Unidos, Paraguai e Chile. Casado com a psicoterapeuta Dra. Cristina Feijó.