Onde estão nossas raízes?

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Porque será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se preocupa, nem deixa de dar fruto. Na velhice ainda darão frutos; serão viçosos e vigorosos.

(Jeremias 17:8; Salmo 92:14)

No Oriente plantam-se árvores nos pátios das casas. Como elas estão bem protegidas, produzem frutas exóticas, até mesmo nas estações menos propícias. Aqueles que pela graça gozam da comunhão com o Senhor, se parecem com árvores plantadas na casa de Deus. Produzem muito fruto. Aquele que professa ter fé, mas está plantado no mundo, permanece estéril. Se lança suas raízes nos pântanos dos prazeres frívolos, não haverá colheita. Mas o homem que permanece em comunhão com Deus, se torna um cristão maduro e sólido; não lhe falta nenhuma graça do Espírito. Muito depende do solo onde a árvore está plantada. Tudo depende da nossa união com o Senhor Jesus Cristo e das provisões que recebemos dEle. No jardim da graça as plantas se fortalecem no Senhor, quando são débeis em si mesmas. Então, abundam em frutos agradáveis para Deus. Nenhum temor quanto ao futuro pode angustiá-las porque nos dias maus, quando até o homem forte desfalece, podem lançar mão das promessas da graça divina.

Deus é uma rocha, um refúgio, uma defesa. Até hoje Ele tem sido o que disse que seria. Tenhamos, pois, a firme convicção de que Ele continuará sendo o mesmo até o fim.

“Como, pois, recebestes o Senhor Jesus Cristo, assim também andai nele, enraizados… nele” (Colossenses 2:6-7).